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William Saller

 
O primeiro pastor de uma igreja Batista do Sétimo Dia foi provavelmente William Saller, da congregação mais tarde conhecida como a igreja Mill Yard de Londres. Em cerca de 1653, escreveu sob o pseudônimo de "W. Salter", um livreto intitulado"Várias interrogações apresentadas aos ministros, para esclarecer a doutrina do quarto mandamento e do dia do Senhor, o sábado". Saller é mencionado como pastor por um tal de Thomas Tillam de Golchester, que em 1657 emitiu um comunicado em Londres, confirmando que congregações estavam se reunindo todos as sábados, e que o irmão Saller fazia parte de uma. O primeiro livro de registro desta congregação foi destruído pelo fogo, mas o segundo livro de registro de membros (Agora propriedade da sociedade histórica batista do sétimo dia) começa com a data de 1673, e indica que Saller era e vinha sendo por algum tempo, o pastor da referida congregação. Este livro de registro identifica Saller e sua congregação com a igreja que viria a ser conhecida como "A Igreja Batista do Sétimo Dia de Mill Yard".
 
Em 1657 Saller e John Spittlehouse escreveram um apelo aos principais magistrados, concernente à guardo do sábado. Eles arrazoavam que a emissão de leis forçando a cessação de trabalho no domingo, traria dificuldades sérias para os guardadores do sábado do sétimo dia, dado que estes se viam forçados então a guardar dois dias cada semana. Assim, alguns que acreditavam no sétimo dia, se viam muitas vezes forçados a "quebrar o sábado do Senhor", e observar o sábado criado pelo homem, devido às necessidades financeiras. Por quase três décadas Saller continuou a escrever e pregar suas convicções. Onze livros de Saller têm sido identificados, dez dos quais se sabe que ainda existem.